Viver, vi-ver

Paixão é diferente de amor. Dependência é diferente de amar. Paixão é algo avassalador, cheio de desejo. Paixão é fogo, é intenso, cheio de posse e chega muito perto do amor, porém acaba rápido demais. Quando só existe paixão, a pessoa vê no outro apenas um rosto bonito, corpo e andar atraentes - o interior fica em segundo plano. Paixão é idealizar. É quando você percebe que ama uma pessoa por causa de. Isso não é amor. Amor não tem razão, nem motivos. Isso é paixão. É fantasia. Já a dependência afetiva é quando a paixão se torna doença. É a necessidade psíquica de estar com alguém, mesmo que a outra não queira mais. Essa dependência é fruto de falta de confiança, falta de amor próprio e baixa estima, e faz com que a pessoa necessite estar com a outra por medo de não encontrar mais ninguém em sua vida. Isso é besteira. É burrice. Está longe de ser amor. É psicose, loucura. Vício. Não dos bons, mas dos piores. Agora, o que é o amor? Claramente, o amor é um sentimento que não nasce sozinho. Algumas vezes ele se desenvolve a partir de uma paixão.. Ou quem sabe, até de uma dependência afetiva. A pessoa dependente, caso tenha um desenvolvimento adequado de sua auto-confiança e auto-estima, pode ter tal dependência diluída, e mudar seus conceitos pré-estabelecidos anteriormente. Descobrimos que começamos a amar quando os defeitos começam a surgir - frustrando a pessoa apaixonada e fantasiosa -  e mesmo assim o sentimento não morre - ou, melhor dizendo, não se altera. A pessoa ama apesar de. O amor é algo mais amadurecido. Leva tempo até se afirmar. Às vezes começa com uma simples amizade, com um namoro.. E com o tempo a pessoa descobre que não podem viver sem a outra. Alias, poder ela pode. Mas o sofrimento perduraria, se tornando cruel e perpétuo. Nesse caso o amor foi surgindo aos poucos. Ambos tiveram tempo de se conhecer, ver as boas e as más características que cada um possuía, e escolher se valia a pena enfrentar juntos os bons e maus momentos que aparecessem. O amor é como uma plantinha que vem crescendo em terra fértil e com o passar do tempo vai criando raízes cada vez mais profundas. Sem falar que o amor afeta e muito a personalidade da pessoa. Quando se ama, a relação com a família melhora, bem como seu rendimento, tranquilidade e paciência. E com a distância, o verdadeiro amor só tende a aumentar. Podemos considerar como “prova de fogo”. Se mesmo longe a pessoa sente falta do outro, sente falta da sua voz, da sua conversa e da sua presença, então ela realmente ama. 


Paixão é diferente de amor. Dependência é diferente de amar. Paixão é algo avassalador, cheio de desejo. Paixão é fogo, é intenso, cheio de posse e chega muito perto do amor, porém acaba rápido demais. Quando só existe paixão, a pessoa vê no outro apenas um rosto bonito, corpo e andar atraentes - o interior fica em segundo plano. Paixão é idealizar. É quando você percebe que ama uma pessoa por causa de. Isso não é amor. Amor não tem razão, nem motivos. Isso é paixão. É fantasia. Já a dependência afetiva é quando a paixão se torna doença. É a necessidade psíquica de estar com alguém, mesmo que a outra não queira mais. Essa dependência é fruto de falta de confiança, falta de amor próprio e baixa estima, e faz com que a pessoa necessite estar com a outra por medo de não encontrar mais ninguém em sua vida. Isso é besteira. É burrice. Está longe de ser amor. É psicose, loucura. Vício. Não dos bons, mas dos piores. Agora, o que é o amor? Claramente, o amor é um sentimento que não nasce sozinho. Algumas vezes ele se desenvolve a partir de uma paixão.. Ou quem sabe, até de uma dependência afetiva. A pessoa dependente, caso tenha um desenvolvimento adequado de sua auto-confiança e auto-estima, pode ter tal dependência diluída, e mudar seus conceitos pré-estabelecidos anteriormente. Descobrimos que começamos a amar quando os defeitos começam a surgir - frustrando a pessoa apaixonada e fantasiosa -  e mesmo assim o sentimento não morre - ou, melhor dizendo, não se altera. A pessoa ama apesar de. O amor é algo mais amadurecido. Leva tempo até se afirmar. Às vezes começa com uma simples amizade, com um namoro.. E com o tempo a pessoa descobre que não podem viver sem a outra. Alias, poder ela pode. Mas o sofrimento perduraria, se tornando cruel e perpétuo. Nesse caso o amor foi surgindo aos poucos. Ambos tiveram tempo de se conhecer, ver as boas e as más características que cada um possuía, e escolher se valia a pena enfrentar juntos os bons e maus momentos que aparecessem. O amor é como uma plantinha que vem crescendo em terra fértil e com o passar do tempo vai criando raízes cada vez mais profundas. Sem falar que o amor afeta e muito a personalidade da pessoa. Quando se ama, a relação com a família melhora, bem como seu rendimento, tranquilidade e paciência. E com a distância, o verdadeiro amor só tende a aumentar. Podemos considerar como “prova de fogo”. Se mesmo longe a pessoa sente falta do outro, sente falta da sua voz, da sua conversa e da sua presença, então ela realmente ama. 

Já conheci muitas pessoas nessa minha jornada, já conheci grandes amigas, grandes pessoas e grandes conhecidos. Embora, poucos me marcação e tatuaram seu nome dentro de mim. Alguns, foram embora, outrora me esqueceram. Outros não eram como eu imaginava, outros me trocaram ou sumiram. Poucos foram o que permaneceram, poucos foram como você Zé.. Que tatuou não só o teu nome dentro de mim, como a tua alma também.

Clara Rangel, em pedaços de uma metade.   

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A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; sorrir às pessoas que não gostam de mim, para lhes mostrar que sou diferente do que elas pensam; fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar; calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo; a ser forte quando os que amo estão com problemas; ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; ouvir a todos que só precisam desabafar; amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; a alegrar a quem precisa; a pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); a aproveitar cada instante de felicidade; a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar. Me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estrelas”, embora nem sempre consiga entendê-las; a ver o encanto do pôr-do-sol; a sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; a abrir minhas janelas para o amor; a não temer o futuro. Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

— Charles Chaplin.

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